Rota 174 – Amazonas – Roraima

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Rota 174 – Amazonas – Roraima

Este Roteiro liga a cidade de Manaus (Amazonas) à cidade de Pacaraima (Roraima), ao longo de 1100km pela BR 174 (sendo que ao final da expedição, o trecho total será de quase 2.000km rodados). A BR 174 liga o hemisfério sul ao hemisfério norte, seguindo até a Comunidade Paraitepuy, de onde se avista o místico Monte Roraima: um dos lugares mais antigos da Terra. A magia desta montanha proporciona o despertar de sensações e emoções profundas. Só a presença no local é um vislumbre para nunca mais ser esquecido. Suas formações rochosas lembram os assustadores répteis gigantescos que habitaram o planeta. É o mais complexo, desafiador e misterioso dos tepuys. Um lugar com idade estimada em mais de 02 bilhões de anos contendo flora e fauna muito peculiares.

É uma viagem repleta de atrativos naturais, culturais, culinários, sem falar na exuberante biodiversidade da Amazônia, passando pela maior floresta do mundo, cruzando a Reserva Indígena Waimiri-Atroari (com boas possibilidades de avistar animais e pássaros durante o trajeto), e depois entrar pelos cerrados de Roraima, oportunidade de conhecer uma região com forte influência indígena e cabocla.

A ROTA 174 pode ser visitada durante o ano todo. A região tem apenas duas estações climáticas distintas: as chuvas e a seca. A viagem tem início em Manaus.

PROGRAMAÇÃO REGULAR

1º Dia – MANAUS – CITY-TOUR
A porta de entrada da ROTA 174 é Manaus, a capital da maior floresta tropical do mundo. Uma cidade com excelente rede hoteleira, um conjunto arquitetônico histórico de valor inestimável, tendo como ícone o Teatro Amazonas. Imperdível também é a visita ao Mercado Municipal, local de aromas e sabores típico da região.

Chegada em Manaus e transfer in

– 14h00 – Inicia-se city-tour, que dura até o final do dia

– 18h00 – Happy hour no Largo de São Sebastião

– Jantar em local a ser recomendado.

– 22h00 – Transfer para hotel

Encontro das Águas (Encontro das Águas)

Encontro das Águas (Encontro das Águas)

2º Dia – MANAUS – ENCONTRO DAS ÁGUAS – PRESIDENTE FIGUEIREDO
– 07h00 – Café-da-manhã e às 08h00 inicia-se o transfer para o passeio do Encontro das Águas. Um espetáculo da natureza. Saindo do Porto Flutuante de Manaus, avista-se a frente da cidade e as casas palafitas, habitação popular da região e o Mercado Municipal. Segue-se viagem pela margem esquerda do Rio Negro em direção ao Encontro das Águas, um dos mais belos mistérios da natureza, onde o Rio Negro e o Rio Solimões caminham paralelamente mais de 9 km sem que suas águas se misturem. Nessa área é possível observar raras espécies de botos.

Continuando em direção ao Parque Ecológico Janauary, pode-se explorar igarapés e igapós em canoas motorizadas, uma oportunidade de contato direto com a floresta virgem e com a fauna e flora especialmente ricas da floresta amazônica, inclusive a Vitória Régia. Almoço regional servido em restaurante flutuante. Com chegada prevista no às 15h00.

Às 17h30 saída para Presidente Figueiredo – jantar no Parque do Urubuí próximo as corredeiras – Pernoite.

3º Dia – PRESIDENTE FIGUEIREDO

– Em P. Figueiredo: florestas, rios, cachoeiras, cascatas e grutas são algumas das atrações do município localizado a 107 km de Manaus. Nesse pedaço de paraíso amazônico estão reservas ecológicas, reserva indígena (Waimiri-Atroari), no percurso para Presidente Figueiredo, pode-se observar o modo de vida rústico do caboclo em contraste com as grandes fazendas produtoras de cupuaçu, deliciosa fruta da região, e cana-de-açúcar. No local existem várias trilhas no meio da mata propiciando um contato direto com a natureza, podendo fotografar uma extensa variedade de plantas típicas.

– 07h30 – Café-da-manhã

– 08h30 – Saída para a Caverna do Maruaga e Gruta da Judéia com caminhada em trilhas na floresta

– 11h00 – Saída para a Cachoeira do Santuário

– 12h30 – Almoço

– 14h00 – Saída para a Cachoeira da Onça

– 19h30min – Jantar – Pernoite

Iracema

Iracema

4º Dia – PRESIDENTE FIGUEIREDO – PARQUE NACIONAL DO VIRUÁ
– 07h30 – Saída para Parque Nacional do Viruá, com uma parada no Marco da Linha do Equador.

O marco fica localizado à beira da BR 174, no município de Rorainópolis (sul do Estado), no distrito de Nova Colina, na comunidade Equador, já próximo à divisa com o Estado do Amazonas. Segundo exotéricos, nesse local paira uma grande magia, que mexe com a imaginação de quem o visita.

O almoço será na cidade de Rorainópolis, situada à margem da BR 174.

– Chegada no final da tarde no Parque Nacional do Viruá. Jantar e pernoite.

5º Dia – PARQUE NACIONAL DO VIRUÁ
O Parque Nacional do Viruá foi criado com o objetivo de preservar os ecossistemas naturais de grande relevância ecológica e beleza cênica que ocorrem ao sul de Roraima, permitindo também a realização de pesquisas científicas, o desenvolvimento de atividades de educação ambiental e de turismo ecológico. O parque está localizado no município de Caracaraí (RR) e desde 1998 protege mais de 200.000 ha de um tipo de vegetação de transição entre a floresta densa e o cerrado, conhecido como lavrado na região.

O nome do parque vem do igarapé que nasce em seu interior. A área compreende uma vasta superfície praticamente plana, com predomínio de solos arenosos e mal drenados, com grande quantidade de lagoas. Na parte norte existe alguns morros com altitudes modestas, de aproximadamente 300 m. Ao longo da extensão oeste, delimitada pelo Rio Branco, há ocorrência de planícies inundáveis, situação observada também na porção sul, ao longo do Rio Anauá. O clima é quente e úmido na maior parte do ano, mas apresenta uma estação seca entre os meses de setembro a março.

A área do parque abriga espécies características de ambientes alagados, como palmeiras buriti, açaí, jauari e outras como a bacaba e o inajá que ocorrem em áreas de igapó. A fauna apresenta espécies migratórias de aves como o tuiuiú (chamado de passarão no estado de Roraima) e a águia pescadora, aves de ambientes encharcados como a garça-branca e a jaçanã, além de espécies ameaçadas de extinção, como a onça-pintada, a suçuarana e a anta.

07h00 – Café-da-manhã e passeio na Estrada Perdida, onde iremos observar a fauna na Trilha de Pesquisa do Parque e passeios na floresta de transição.

– O almoço será no Parque mesmo. Neste dia pernoita-se novamente no Parque.

6º Dia – PARQUE NACIONAL DO VIRUÁ – BOA VISTA
– 06h30 – Café-da-manhã e saída para B. Vista, com chegada prevista para as 10h00. Check-in no hotel.

– 12h00 – Almoço em local recomendado.
14h30 – Inicia-se o city-tour, terminando as 17h00 na Orla Taumannan, de onde se inicia o river-tour pelo Rio Branco no barco Bicho do Rio.

– 19h00 – Happy-hour na Orla Taumannan.

– 21h30 – Transfer para hotel. Pernoite.

7º Dia – BOA VISTA / PEDRA PINTADA / MONTE RORAIMA
– 06h30 – Café-da-manhã e iniciar viagem para visitar a Pedra Pintada, distante 140km da Capital. As marcas da passagem do homem pré-histórico em Roraima datam de quatro mil anos. A Pedra Pintada é um dos Sítios Arqueológicos mais antigos da região, onde se encontram as evidências mais famosas dessa história. São pinturas rupestres, pedaços de cerâmicas, machadinhas, contas de colar, entre outros artefatos. A rocha é um grande monolito de granito com 60 metros de diâmetro e cerca de 40 metros de altura. Na face externa existem pinturas rupestres vermelhas que são até hoje consideradas um enigma para cientistas. Há também cavernas funerárias, uma delas com 12 metros de extensão.

Pedra Pintada (Foto: Janos Bodi)

Pedra Pintada (Foto: Janos Bodi)

Continuando nossa viagem, iremos para a fronteira com a Venezuela, na cidade de S. Elena de Uairén, onde almoçaremos.

Trocamos de veículos para tração 4×4 em Santa Elena de Uairén e partimos em direção a Comunidade de Paraitepuy, com vista para um dos maiores espetáculo da natureza: o Monte Roraima. No retorno passaremos pelo Mirante do Jurassik Park (local onde foram filmadas as cenas iniciais do filme do mesmo nome). De volta, iremos dormir em Pacaraima, com chegada prevista para as 18h00. Jantar e Pernoite.

8º Dia – PACARAIMA – COMUNIDADE BANANAL – SERRA DO TEPEQUÉM
– 07h00 – Café da manhã e em seguida visitar a Comunidade Indígena do Bananal, com apresentação de danças indígenas e explorar a exuberância da natureza e as riquezas desta cultura. Essa é a simbiose que o visitante encontrará ao visitar este local.

Índio e arara (Foto: Roraima Adventures)

Índio e arara (Foto: Roraima Adventures)

– O almoço será na Comunidade, de acordo com a realidade local.

– 14h30 – Seguimos para a Serra do Tepequém (ou “Chapéu Grande”, como é chamado pelos índios). No caminho para a serra, a paisagem vai mudando a cada quilômetro rodado. O cerrado e os igarapés que lembram o Pantanal vão, aos poucos, cedendo lugar à mata fechada.

Ao meio caminho entre a capital Boa Vista e o Tepequém está a cidade de Amajari, mais conhecido por Vila Brasil. Um bom retrato da maioria dos municípios de Roraima: dos sete mil moradores do município, só dois mil estão na vila. A chegada está prevista para o final do dia, onde serão acomodados nas pousadas. Jantar e pernoite. À noite, pode-se reunir com os moradores locais para ouvir “os causos” dos antigos garimpeiros que trabalhavam na região, e que ainda vivem por lá.

9º Dia – TEPEQUEM
– 07h00 – Café-da-manhã – Sairemos para conhecer a Cachoeira do Paiva, uma das mais bonitas da região.
– 10h00 – Visitar a Cachoeiras do Barata. Retorno para almoço.
– 14h30 – Vistar a Cachoeira do Cabo Sobral e em seguida para a Cachoeira do Funil.
– 17h30 – Retorno para a pousada e pernoite.

Tepequém

Tepequém

10º Dia – TEPEQUEM / BOA VISTA
– 07h00 – Café-da-manhã – Iniciar viagem de retorno para Boa Vista, com chegada prevista para as 11h00.
– Final de viagem da ROTA 174
– Aos que embarcam TAM, seguir direto para o aeroporto para o check-in. Aos demais que embarcam à noite pela GOL, serão acomodados no hotel e terão a tarde livre. Check-out as 23h30 e transfer para aeroporto.

NATUREZA, VIDA EM ABUNDÂNCIA, PESSOAS SIMPLES E DE BEM COM O MUNDO, E LUGARES INESQUECÍVEIS. ASSIM É A ROTA 174 – UMA VIAGEM PARA NUNCA MAIS ESQUECER!

Nota: Caso o cliente desejar conhecer o Monte Roraima mais de perto, há a possibilidade de sobrevôo no topo da montanha (de helicóptero ou avião – num passeio que consumirá 01 dia de atividade). Ou, dispondo de mais tempo, até pousar no topo e permanecer 01 ou 02 dias caminhando nas trilhas no alto do Monte Roraima (consultar detalhes). Lembrando para aqueles que gostam de caminhadas e acampamentos, temos saídas regulares para o Monte Roraima. Consulte nosso calendário de saídas na página principal do site.

Mais detalhes (inclusive valores) sobre a viagem da ROTA 174 –  FALE CONOSCO!

 

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