Marcello Augusto Utiyama – São Bernardo do Campo/SP

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Luiza Gundin – São Paulo/SP
20/08/2012
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Lú e Mariana – São Paulo/SP
20/08/2012

Marcello Augusto Utiyama – São Bernardo do Campo/SP

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Fiz a viagem ao Monte Roraima e Salto Angel em 29/12/2004.

Conheci a agência através da internet, e o atendimento foi fantástico – o Magno e o Marino são pessoas fantásticas – fizemos verdadeiros amigos, sem dizer o José (nosso guia) – uma pessoa que nos deixou um aprendizado para o resto da vida.

Conhecemos muita gente durante o caminho, mesmo o grupo que viajou conosco fomos conhecer durante os seis dias do Monte Roraima.

No início era mais um sonho, uma viagem para um lugar distante e remoto – o que despertava o desafio do desconhecido, das dificuldades. Mas o Monte Roraima se mostrou ser muito mais do que isso, não era apenas um lugar extraordinário, existia um significado que não estava claro no início da expedição.Marcello Utiyama

Somente no último dia é que pude compreender o que tudo aquilo significava: diante de uma montanha tão grande e ao mesmo tempo tão frágil – não se tratava de um desafio, se tratava de uma experiência de vida – a lição que o Monte nos deixou foi dos valores que temos, das pessoas que conhecemos, da vida que temos – não importa se somos ricos ou pobres, feios ou bonitos, homens ou mulheres, velhos ou crianças, o Monte é igual para todos e no final o que importa são as experiências, a lição de vida que carregamos, as pessoas que conhecemos, porque isso é algo que não pode ser tirado de nós, está dentro de cada um, e não haverá dinheiro suficiente no mundo que possa comprar tudo isso.