Juliana Lima – Boa Vista/RR

José Godofredo – Belém/PA
20/08/2012
Lívia Ksyvickis – São Caetano do Sul/SP
20/08/2012

Juliana Lima – Boa Vista/RR

Há muitos anos atrás, quando meus pais decidiram ir ao Monte Roraima, eu ainda não tinha nenhum conhecimento sobre o lugar além da escola e o que eles me passavam. Enfim, acabei indo com eles, aos 11 anos pela primeira vez. Daí a montanha cria elos conosco, algo do tipo que você sente vontade de ir novamente, e quando fui pela segunda vez, em janeiro 2007, parecia que matou a vontade, mas não, ainda sinto vontade de voltar, e quantas vezes for possível estarei lá.

Aos 11 anos… senti medo por episódios que me aconteceram, muito frio por influência das chuvas, fome por não gostar da comida na época, alegria por estar ali vendo e tudo aquilo teve um significado triunfal, afinal era a mascote e havia conseguido subir tudo aquilo, e super inteira, no final disposta para outra. Me sentia uma heroína.

Aos 20 anos… senti as mesmas coisas, mas com intensidade completamente diferente, não é uma simples trilha onde se encontram pedras, morros, rios… É uma trilha espiritual onde se encontram cristais, países unidos num só ponto, energia… É uma trilha onde seu psicológico não pára de ser ativado um segundo… E somando todos os pontos, é possível passar por uma transformação em algum ponto no campo pessoal. Essa é uma das maiores riquezas desta montanha: descobrir o poder de superação que o Ser Humano possui.

No mais, vale dizer que fomos super bem recebidos pela equipe que organizou tudo, com excelente nível profissional, com nosso guia – Léo – sempre preocupado, atencioso, bom cozinheiro, sério e brincalhão, foi o nosso anjo da guarda

 

 

 

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